Rapidinha gostosa com a sogra no motel barato

Me chamo Gabriel, tenho 23 anos e vou contar da rapidinha que dei com minha sogra Raquel, uma coroa super gostosa de 50 anos, loira, bronzeada, bunda e seios perfeitos, uma mulher que se cuida e aparenta ter bem menos na idade do que realmente tem. Eu namoro com a Carol, a filha mais nova dela, de 18 anos e sempre fui um genro muito presente em sua vida. Desde o começo percebia que minha sogra me olhava diferente da forma que olhava para os outros genros.

Eu tive certeza do interesse dela uma vez quando estava todo mundo na piscina do condomínio onde ela mora e minha sogra gostosa não tirava o olho do meu pau. Eu tenho 20 centímetros de pica e tava bem evidente na sunga. Eu não aguentei e também comecei a secar ela inteira, minha sogra fica um tesão de biquíni.

Sua bunda é um tesão, a barriga retinha, dando show em cima de qualquer novinha que se acha gostosa. Depois desse dia passei a sentir o maior tesão por essa gata. Eu dormia e pensava na minha sogra. Ela é muito esperta e logo notou meu interesse, aí o padrão do nosso relacionamento foi mudando. Quando estavamos sozinhos ela dava várias indiretas em mim, eu me fazia de desentendido mas tocava várias punhetas pensando nela. Na verdade morria de vontade de comer minha sogra mas tinha um medo da porra de dar a maior merda.

Um dia minha namorada foi pra casa de uma amiga, eu crente que ia ter um sábado numa boa tomando uma cervejinha com os amigos, atendi ela e minha namorada lembrou do favor que eu prometi pra minha sogra. Ela queria que eu levasse numa cidade aqui perto onde a mãe dela mora, uma TV.

Um verdadeiro programa de índio. Eu poderia arrumar uma desculpa mas a chance de ficar sozinho com minha sogra me deixou animadão, resolvi ir e umas 11 da manhã fui buscar ela, colocamos a TV e outras coisas no carro e fomos para a cidade dos pais dela. O Lugar fica a mais ou menos duas horas e meia de carro, fomos o tempo todo conversando, primeiro conversas animadas, depois ela foi ficando mais ousada e começou a me elogiar, dizendo que eu tava bonito com o cabelo cortado, que sou um homem cheiroso e rindo disse que a filha dela deveria tomar cuidado senão ia perder o namorado.

-Oh Gabriel, dá uma paradinha aí no posto que eu quero fazer xixi. Parei no posto, comprei uma água e quando ela voltou da conveniência veio com umas garrafas de ice e uma lata de cerveja no bico. Ela começou a beber tudo, falou que era para se refrescar um pouco porque tava com muito fogo, foi bem assim que ela falou mesmo, aí não aguentei, fiquei imaginando mil putarias, minha garganta até travou.

Depois de beber a lata de cerveja e as 4 garrafas de ice, minha sogrinha tava solta, rindo, falando comigo e passando a mão na minha perna. Ela ajeitava a blusa e eu via mais seu decote, sua calça marcando sua bucetinha gostosa me deixou louco, aí não aguentei e disse que toda vez que ela passasse a mão na minha coxa eu ia passar na dela também.

-E se eu passar a mão em outro lugar? você também vai?

Caralho, mais explícita que isso só se eu fosse retardado, não aguentei e respondi que se ela fizesse isso eu ia passar a mão e enfiar outra coisa. Essa foi a frase mágica que fez a safada ficar louca e começar a acariciar minha coxa, subir, segurar meu pau. Caralho, nem tava acreditando. Fiquei meio sem graça, afinal a coroa é minha sogra, mas ela mexe comigo demais, até hoje.

-Que isso sogrinha, desse jeito não vou me aguentar, você é muito gostosa.

-Eu sei que você sempre quis me comer também, seu safado.

A gente ficou ali falando umas coisinhas safadas, ela botou meu pau pra fora, começou a tocar uma punheta bem gostosa que me deixou louco, todo melado. Ela ainda arriscava dar uma chupadinha, mas na BR é foda, por isso a safada só deu umas lambidas na cabecinha para provocar mas nem ela tava aguentando mais e disse que na primeira pousada eu parasse.

Depois de uns 20 minutos rodando e 1:30 de viagem, paramos em uma pousadinha daquelas de posto de gasolina. Pedimos um quartinho que era até meio vagabundo mas tudo limpinho. A gente nem quis saber de nada, minha sogra já foi tirando a calça, me puxando e abrindo meu zíper.

Ela começou a tocar punheta, dessa vez bem mais rápido, me deixou louco pra caralho. A safada se ajoelhou e me chupou. Ela adorou o gosto forte do meu pau suado em sua boca e se lambuzou inteira. Eu aproveitei cada segundo, coloquei as tetas dessa puta pra fora e mamei gostoso, deixei ela toda arrepiada com a minha chupada.

Na pressa de fuder, meti as mãos na sua bucetinha, toquei uma siririca pra ela e quando vi que ela tava toda molhada eu lambuzei meu pau com o líquido da sua entradinha e fui encaixando minha vara. Meu pau entrou quase todo de vez na buceta dela, foi um tesão do caralho.

Ela só fez gemer, um gemido alto que fez ela se tocar de onde a gente tava e colocar as mãos na boca. Meu pau entrava e saia gostoso, no quarto o cheiro dos nossos flúidos, a gente suando de tanto fuder e ela toda empinada na minha pica, rebolando gostoso e falando sacanagem.

-Mete mais forte na minha buceta, aproveita vai!

Eu comecei a segurar ela pela cintura e meter forte mesmo, a safada não se aguentou, começou a tocar uma siririca deliciosa e a gemer igual uma puta daqueles pornôs.

Apesar de coroa e de já ter dado muito essa buceta, minha sogra é super apertadinha, me dava muito prazer comer essa safada, teve uma hora que já não aguentei mais, a gente já tava metendo a vários minutos e acabei gozando dentro dela. Ela deixou eu jorrar minha porra todinha dentro dela. Depois dei uma bela chupada naquela buceta melada e gostosa e fiz ela ficar doidinha e ter um orgasmo na minha boca.

Foi uma loucura da porra, depois disso, fomos para o carro e seguimos viagem. Queria ter fodido ela a noite toda, mas se a gente demorasse todo mundo ia ficar preocupado, mas apesar disso, valeu muito a pena ter dado uma rapidinha com minha sogrinha deliciosa.

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