Conto de Virgens: O dia que eu perdi minha virgindade

O dia que eu perdi minha virgindade. Meu nome é Clara, tenho 23 anos e vou relatar um fato que aconteceu a um tempo atrás. Eu morava em um prédio bom aqui da minha cidade e sempre fui tranquila, sempre conversei com todos, era super amiga dos porteiros de lá e até hoje sou assim. O tempo foi passando e fui ganhando formas de mulher, meus peitos rosadinhos estavam grandes e bem empinadinhos, minha bunda também e minhas coxas ficaram bem grossas. Essa foi a fase que eu quis entrar na academia com minhas amigas.

Eu sou branquinha, tenho 1,60 de altura, cabelos longos que cuido muito bem e que chegam na minha cintura. Nessa fase vários homens olhavam pra mim principalmente porque eu adorava um shortinho daqueles que mostrava a papada da minha bundinha. Eu não gostava muito dos olhares tarados, muito homem nojento e velho que não se enxergava ficava me secando, mas com o tempo fui me acostumando e aos pouco fui gostando de me sentir desejada. Isso despertava a inveja das minhas amigas e eu adorava!

Eu sempre vivia na balada e voltava tarde para casa e como meus pais tinham uma chácara perto de uma praia aqui do meu estado, eles adoravam passar os fins de semana lá e eu adorava porque ficava com minhas amigas curtindo muito enquanto eles estavam fora. A gente bebia, falava dos meninos e nessa época sozinha fui ver um vídeo pornô e pela primeira vez me masturbei, toquei uma siririca bem gostosa, fui encontrando o meu ritmo até que dei uma gozada bem gostosa pela primeira vez e acabei ficando viciada nisso. Todas as noites eu me curtia e brincava com a minha boceta.

Era uma delícia fazer isso mas confesso que sentia falta de um pau me preenchendo mesmo nunca tendo experimentado um. Mas eu andava na fase de querer dar de qualquer jeito e fantasiava com aqueles caras bonitos da tv, atores, cantores e etc. e assim eu não conseguia me aguentar muito. Um dia cheguei em casa e vi os porteiros e um deles me chamou a atenção, era um cara chamado Raul, não era um cara bonito mas tinha uma cara de macho, de homem bruto que dava um charme pra ele. Ele era um pouco peludo, parrudo e me olhava com cara de safado, era difícil não dar uma olhadinha no pau dele quando eu passava.

Um dia umas 19 horas da noite depois que nossa empregada já tinha ido embora e meus pais na casa de praia, eu estava sozinha em casa de shortinho e de repente ele tocou a campainha dizendo que minha mãe pediu para ele dar uma olhadinha no chuveiro antes de viajar. Eu estranhei mas deixei ele entrar, e fiquei lá no banheiro pra ver se tá tudo certo. O seu Raul tava o tempo todo dando várias olhadas para o meu shortinho e ele tava todo molhado, e perguntou se poderia tirar a camisa.

Eu fiquei molhadinha vendo aquele corpo peludinho e bem enxuto daquele homem rústico. Eu instintivamente resolvi ser mais sedutora com ele e perguntei se ele queria um copo de água. Levantei mais seu shortinho e ele ficou louco olhando, pegou até na pica e fez cara de quem não tava aguentando de tesão.

Eu perguntei na maior cara de pau porque ele olhava tanto pra mim e ele se desculpou, respondeu que a carne é fraca e me achava muito bonita. Isso acendeu meu tesão mais ainda e perguntei se ele não queria tocar, ele veio sem pensar duas vezes sem acreditar no que tava acontecendo e perguntou se ninguém chegaria.

Senti meu porteiro chupando meus peitinhos

Ele pegou minha blusa, tirou começou a chupar meus peitos, mordia, sugava o bico rosadinho, passava aquela mão áspera na minha bunda, apertava, passava os dedos no meu rego, me levantava no colo sem tirar a boca do peito, tirou minha calcinha com tudo, passou os dedos no meu grelo fazendo aquele movimento gostoso que me fez abrir mais as pernas pra ele.

Eu comentei que ele era tarado demais e nessa hora ele enfiou a língua na minha boca e me deu um beijo bem gostoso que me deixou louca. Ele era agressivo pra beijar, apertava meu rabo, descia a boca pelo meu pescoço e aquele pau duro tava ali feito rocha encostando em mim e deixava minha bocetinha piscando de tesão, até que ele botou pra fora, me pegou no colo e me levou até o meu quarto.

Quando ele foi meter eu avisei que era virgem e ele foi colocando devagar, mas doía muito, eu empurrei ele pra controlar mas aquele homem era selvagem na cama e só dizia que doeria no começo mas depois ia ficar muito gostoso, mas quando ele penetrou todo aquele caralho, senti minha boceta ser rasgada, foi uma dor absurda e só não parei ali porque eu tava doida de tesão querendo aquele macho safado.

Ele me comeu gostoso, apertando minha bunda com aquela mão grossa, chupando meus peitos, me fazendo gemer de dor e tesão ao mesmo tempo, me arrombando inteira. Foi uma sacanagem gostosa, ele me chamava de putinha gostosa, dizia que desde a primeira vez que me viu sabia que eu era uma putinha doida por rola, que eu tava precisando de pau e ia me fazer gozar gostoso.
minha virgindade
O cara me botou de quatro, socou forte na minha boceta e saiu bastante sangue, mas isso excitava ainda mais ele. Depois de me comer ele tirou a camisinha e perguntou se eu já tinha chupado uma pica. Eu disse que não e ele disse que ia me ensinar como ele gostava, colocou aquele pau na minha boca e dizia:
– Vai minha putinha, engole esse pau todo, quero gozar gostoso nessa boca quentinha.
Minha boceta escorreu ouvindo isso e eu chupava cada vez mais aquele pau com gosto de macho, apertava aquele saco pentelhudo e sentia ele foder minha boca de um jeito bem gostoso. Não demorou, ele avisou que ia gozar e pediu pra eu abrir a boca pra ele gozar dentro. Pela primeira vez recebi um jato de porra e achei uma delícia!

Depois dessa foda ele foi embora, minha boceta e meu cu ficaram latejando de tesão e toda vez que eu pensava no seu Raul eu tinha que me masturbar. Hoje não moro mais no prédio, mas meus pais moram e quando vou lá eu e o seu Raul sempre que dá, lembramos nossos momentos de putaria.

Categorias:

Contos de Virgens